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Falar de história em Jerez de la Fronteira é recuarmos até à época do neolítico superior, época na qual estao datados os primeiros assentamentos na zona. Desde aí e até aos nosso dias, nos que Xeres ou Jerez de la Frontera converteu-se na quinta cidade da Andaluzia, sao muitas as coisas que aconteceram e a história que se escreveu na zona. O neolítico, os tartessos, os fenícios, os romanos, os muçulmanos, os cristaos, sao algumas das civilizaçoes que ocuparam o que hoje é Jerez desde o príncipio até aos nossos dias. A civilizaçao tartesso está reconhecida como a primeira grande civilizaçao da zona.
Na época dos romanos Jerez converteu-se no assentamento de passagem dos romanos que se dirigiam para as cidades de Baelo Claudia ou o assentamento de Cadiz, posteriormente, durante a ocupaçao árabe, Jerez converteu-se numa importante cidade da Andaluzia Ocidental.
Depois chegou a idade média, e a reconquista crista. No séculos XII e XII Jerez viveu a sua etapa de mais prodígio, a de mais desenvolvimento, foi uma cidade em redor da qual se construiram fortificaçoes para defender-se de qualquer outra invasao, sobretudo moura. Jerez passou a formar parte da coroa de Castilha e a Xerez acrescentou-se o titulo De La Fronteira, um titulo que receberam outras cidades da zona, cuja vida estava a viver em redor da defesa do Reino e Castilha, cidades como Castellar de la Fronteira, Jimena de la Fronteira, Conil de la Fronteira, Arcos, Chiclana.... devem o seu nome a esta época.
Por estes tempos, o desenvolvimento económico da cidade estava baseado na industria vinicola e na agricultura, assim como na construçao ou no desenvolvimento cultural, com a construçao de vários locais emblemáticos como o Alcazar.
O século XV é um momento importante da história de Jerez. A descoberta da América leva a um desenvolvimento importante na zona, que atingiu o seu máximo quando Colombo pisou o novo continente e os Reis Católicos conquistaram Granada, e com a cidade, o país, a península.
Eram momentos de explendor para a cidade, uma situaçao que se perlongouaté ao Século XVII, momento de dacadência política e económica do munícipio e do país, se bem que , no século XVIII a cidade volta pelas suas maos e começa uma tradiçao que a tornaria famosa no mundo inteiro, a dos vinhos, o vinho do Jerez, o Sherry.
Durante as Guerras do século XVIII e do século XIX Jerez de la Fronteira converte-se num local depilhagem, a venda dos seus quadros, as obras de Zubarán, tudo isto abandona a cidade, produziu-se um expólio de que a cidade tardou em recuperar-se, as suas obras, hoje em dia, repartem-se pelo Museu de Gronoble, em França, ou o Museu de Cadiz entre outros.
O século XVIII e o XIX em Jerez também sao importantes pela industrializaçao que tem lugar na cidade, a chegada dos caminhos de ferro favorece tudo, desde a uniao por comboio com o Porto de Santa Maria e com o mar, a Porto Real, o comboio urbano...
Nesta época, no século XVIII e XIX quando a sociedade de Jerez vai criando o seu actual perfil, proprietários, empresários vínicolas, os exportadores concentram-se na zona, enquanto nos subúrbios concentram-se as clases sociais mais humildes, os trabalhadores. Esta classe provocou alguma revoltas.
Durante o século XX, Jerez da mesma maneira que muitas outras cidades teve que lutar contr diversas pragas agricolas que invadiam a cidade, mas refez-se da crise qie levou a esses focos e pôde seguir em frente. O seu vinho exclusivo foi um dos principais alicerces para se voltar a levantar. A agricultura da zona também se converteu num motor de desenvolvimento para a zona nesta época.
Já no nossos dias, mais concretamente em ínicios do século XXI, a cidade sofreu uma importante transformaçao quando se subterrou e se elevaram as linha férreas, que até esse momento levavem dois séculos a separar alguns bairros do munícipio. As novas infreestructuras como a A4 ou a A318 unem a cidade como melhor comunicaçao a Sevilha, Cadiz,o Campo de Gibraltar e o Porto de Algeciras, o porto mais importante de Espanha no que diz respeito a tráfego de mercadorias e contentores. Esta situaçao leva a que Jerez se encontre a meio caminho entre Sevilha e Algeciras, o que a dota de novas infraestructuras e converte a zona numa zona logística de primeiro nível. |